Há uns três anos recebi por e-mail um power points (pps), falando sobre a delícia, maciez aveludada etc, de conhecidíssima marca de papel higiênico (papel dichieno, como dizia a Alemoa, faxineira do prédio). Era uma crônica engraçada, não me lembro o autor. Após a leitura, quedei-me a ruminar sobre o popular objeto - indispensável e íntimo. Quando criança, bem pequena, lembro-me do bloquinho de papel sanitário. Era um bloco de verdade. Cem folhas, mais ou menos de 15 x 12 cm. Podia ser de fabricantes diferentes (poucos), porém todos da mesma cor, não havia coloridos nem perfumados. Contou-me uma professora que o diretor da escola quando alguém buscava a chave para ocupar o sanitário, junto recebia a cota do papel. Duas folhinhas. E se vira!... A vizinha, uma garota da minha idade, falo...